Galtier: «Ambas as equipas tiveram ascendente, jogo com intensidade incrível»

Luís Pedro Ferreira , Estádio da Luz, Lisboa
5 out, 22:57
Galtier (Christophe Ena/AP)

Treinador do PSG reage a empate com o Benfica, na Luz

O treinador do PSG, Cristophe Galtier, na conferência de imprensa após o jogo com o Benfica, da terceira jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões 2022/23 e que terminou 1-1.

«O Benfica teve uma dose de energia boa, com pressão. Como bloco, esteve bem posicionado, faltou-nos um bocado de pressão sobre o portador da bola e isso deu esperança a esta equipa, que é uma boa equipa.»

«No segundo tempo, a equipa foi mais agressiva, recuperou a bola mais alto, teve mais verticalidade. Colocámos mais bola em profundidade, fomos mais perigosos, mas não marcámos. Olhando para o jogo, ambas as equipas tiveram ascendente e os dois guarda-redes foram importantes.

«O resultado? Nós queríamos sair da pressão. jogar entre linhas, creio que conseguimos algumas vezes, mas faltava capacidade de profundidade, os laterais carregarem. Saímos a jogar muito com a bola no pé quando precisávamos de verticalidade. A segunda parte foi melhor, mas foi um jogo com uma intensidade incrível, defrontámos um bom adversário. Não conseguimos pressionar os médios, nem os centrais deles.»

«Ia ser um jogo difícil, mas foi para ambas. Sabemos que o Benfica joga assim e que não ia mudar. Que ia pressionar, tentar contrariar o primeiro momento de saída de bola. Conseguimos sair algumas vezes, correndo riscos, houve interceções de bola que deram contra-ataques perigosos ao Benfica. Estou convencido que Schmidt também estava à espera deste jogo. As duas equipas tiveram ascendente. Se é justo? Penso que sim, atendendo às oportunidades de um lado e outro.»

«Não é uma falha dos meus jogadores atacantes, o Benfica jogou bola nas costas da nossa defesa o que fez com que o nosso bloco recuasse. Melhorámos e tivemos menos bolas nas costas, estivemos mais organizados e os nossos jogadores conseguiram fazer mais pressão. A posição do Kylian? Queríamos manter poder ofensivo, o Neymar tem poder ofensivo, mas queríamos ter densidade no centro do campo, porque o Benfica mete quatro jogadores no meio e precisámos de proteger a nossa defesa.»

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