Perante o sofrimento do animal, o piloto da Ferrari decidiu a morte do companheiro de quatro patas
Morreu o cão de Lewis Hamilton, piloto britânico de Fórmula 1. Tinha desenvolvido pneumonia e encontrava-se com dificuldades para respirar. Depois de um ataque cardíaco, encontrava-se em coma nos últimos dias.
“Perdi o meu melhor amigo na noite passada. Obrigado por todo o amor que demonstraram por ele ao longo dos anos. Roscoe para sempre”, escreveu o piloto da Ferrari na rede social X, juntando uma fotografia à publicação.
Lost my best friend last night. Thank you all for the love you’ve shown him over the years. Roscoe forever. pic.twitter.com/VRrFBdcsLc
— Lewis Hamilton (@LewisHamilton) September 29, 2025
“Depois de quatro dias no suporte de vida, lutando com todas as suas forças, tive de tomar a decisão mais difícil da minha vida e dizer adeus ao Roscoe. Ele nunca parou de lutar, mesmo até ao fim”, escreveu também no Instagram.
Na semana passada, o piloto falhou um teste de pneus da Pirelli para estar junto do animal.
Roscoe era um buldogue inglês, nascido em 2013. Ganhou fama internacional por, além de ser o cão de uma estrela do automobilismo, ter presença assídua nas redes sociais, chegando a ter o seu próprio perfil do Instagram.
Nesse perfil, com uma fotografia a preto e branco, também se confirma a morte. “Roscoe Hamilton morreu ontem às 21:20 nos braços do pai. Amou-vos a todos”.
O estilo de vida de Roscoe alimentava inveja: andava de jato privado, tinha roupas de marca e, acima de tudo, acesso exclusivo a muitas corridas de Fórmula 1.
Tal como Hamilton, também Roscoe era vegetariano. O piloto mudou a dieta do animal por motivos de saúde e ética animal. Eram duas causas – o veganismo e o bem-estar animal – em que Roscoe era utilizado por Lewis Hamilton enquanto embaixador.
Roscoe chegou a ter uma “irmã”, Coco, da mesma raça, que morreu em 2020.