opinião

A Guerra e a Economia

19 mai, 10:03

Notas Soltas

A invasão Russa da Ucrânia reflecte-se nos indicadores macro económicos e coloca um horizonte de incerteza nos próximos meses. Não é fácil perspectivar a situação dos países da Zona Euro, muito embora a Presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde tenha já anunciado a subida das taxas de juro, em Julho, como uma tentativa para travar a inflação. 

Quanto às consequências da guerra, a Europa depende energeticamente da Rússia em cerca de 45 por cento. Os preços das matérias primas ficaram mais elevados. Entramos numa fase em que se aconselha máxima prudência com os activos de risco.

Já a pandemia tinha provocado um duro retrocesso para a economia mundial. Dois anos depois, quando se esperava um certo alívio, surgiu a guerra. 

Na China, também está naturalmente travado o comércio Chinês. Segundo os dados de Abril, as exportações caíram 6 por cento. Xangai, o pulmão económico da RPC, entrou em confinamento praticamente total em razão de novos surtos da COVID. O crescimento anual da China está agora nos 5,9 por cento. É todo um mundo em mudança. E nada escapa à nova realidade. 

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