opinião

A Continuidade da Monarquia

5 jun, 07:00

Notas Soltas

Isabel II está com 96 anos. O seu estado de saúde tem vindo a agravar-se nos últimos meses. Pouco se sabe sobre o seu estado clínico. A informação do Palácio é filtrada e escassa. A do governo, igual. Na versão oficial, a Rainha tem problemas de mobilidade. Poderá ser apenas este o problema? Não o sabemos e talvez nunca o venhamos a saber. É assim com a monarquia Britânica: descrição para sobreviver. 

Certo é que será o filho Carlos a suceder-lhe. Carlos deverá ser rei com mais de 75 anos de idade. Camila, o seu eterno amor, será rainha consorte. Por vontade da própria Isabel II. Dizem as biografias que a rainha nunca apreciou o estilo mundano e próximo de Diana. Foi a própria rainha que impôs o divórcio. Já quanto a Camila, sempre existiu uma afinidade de gostos e postura. E, mais uma vez, de descrição. Carlos será Rei. E a Carlos irá suceder Guilherme. Tal como o pai e a avó, assume sempre uma postura "real", em conformidade com os objectivos da Coroa. A mulher, plebeia, de igual modo. 

Guilherme e Henrique são muito diferentes. O filho mais novo de Diana e Carlos nunca escondeu que não conseguiu ultrapassar os traumas psicológicos provocados pela morte da mãe. E também nunca conseguiu lidar com a perseguição da imprensa tablóide, num primeiro momento à sua pessoa, depois à mulher. 

A continuidade está portanto assegurada. 

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