Decisão é do Comité Olímpico Internacional
As atletas transgénero do sexo feminino estão excluídas das provas olímpicas femininas, avançou esta quinta-feira Comité Olímpico Internacional (COI), escreve a agência Reuters.
Segundo um comunicado oficial a elegibilidade para as provas será determinada através de um teste único do gene SRY. este é um exame genético que detecta a presença do cromossoma Y, usado para determinar o sexo biológico. Segundo o comunicado, é valido para desportos individuais e coletivos.
The International Olympic Committee announces new Policy on the Protection of the Female (Women’s) Category in Olympic Sport.
— IOC MEDIA (@iocmedia) March 26, 2026
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O COI considera que a presença do gene SRY é fixa ao longo da vida e representa uma evidência altamente precisa de que um atleta passou por um desenvolvimento sexual masculino. Além disso, o COI considera que o rastreio do gene SRY através de saliva, esfregaço bucal ou amostra de sangue é não invasivo em comparação com outros métodos possíveis.
Os atletas com resultados negativos no rastreio do gene SRY satisfazem permanentemente os critérios de elegibilidade desta política para competir na categoria feminina. A menos que haja motivos para acreditar que um resultado negativo seja errado, este será um teste único na vida.
Os atletas com um resultado positivo no teste de SRY, incluindo atletas transgéneros XY e atletas XY com DSD sensíveis aos androgénios, continuam a ser incluídos em todas as outras classificações para as quais se qualificam. Por exemplo, são elegíveis para qualquer categoria masculina, incluindo numa vaga masculina designada dentro de qualquer categoria mista, e em qualquer categoria aberta, ou em desportos e provas que não classifiquem os atletas por sexo. Como, por exemplo, Hipismo.