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Biden acusa Trump de "ameaçar a democracia" (e por isso pede dinheiro aos americanos)

31 mai, 17:19
Donald Trump (EPA)

Campanha do atual presidente direciona-se contra Trump e os "extremistas MAGA"

O presidente dos Estados Unidos afirma que Donald Trump está a "ameaçar a democracia" do país. Numa reação ao discurso do seu antecessor, que voltou a negar os 34 crimes pelos quais foi considerado culpado no caso Hush Money, Joe Biden fez uma publicação na rede social X a alertar para o momento.

"Primeiro questionou o sistema eleitoral. Depois questionou o sistema judicial. E agora podem pará-lo", escreveu, aproveitando para partilhar o website "Temos de parar Donald Trump", no qual são pedidos fundos monetários para a campanha de Joe Biden, havendo possibilidades de donativos até dois mil dólares (cerca de 1.800 euros).

Trata-se de um projeto que se dedica à luta contra Trump e os "extremistas MAGA", abreviatura da campanha Make America Great Again, lançada por Donald Trump na primeira corrida presidencial, e que este ano volta a ganhar força com a mais do que provável indicação do ex-presidente como candidato do Partido Republicano.

"Trump e os extremistas MAGA colocam uma ameaça existencial ao futuro da nossa democracia e da nossa nação", pode ler-se no referido website. 

O ex-presidente foi condenado num julgamento criminal em que era acusado de ter falsificado documentos para encobrir um escândalo sexual, sendo considerado culpado em todas as 34 acusações.

Donald Trump, que se torna no primeiro antigo presidente norte-americano com cadastro, deverá ser o candidato republicano às eleições presidenciais que se realizam no final do ano e que o deverão opor ao atual presidente Joe Biden. A convenção republicana vai ter lugar entre 15 e 18 de julho, em Milwaukee.

O ex-presidente anunciou em novembro de 2022 que pretendia concorrer à presidência e poucos meses depois foi a vez de Joe Biden anunciar também oficialmente a candidatura, ao lado da vice-presidente Kamala Harris.

Em reação ao veredicto do júri, à saída do tribunal, em Nova Iorque, Trump repetiu as acusações que tem feito contra o juiz e contra o processo, defendendo que o “veredicto real” vai ser dado pelos eleitores nas eleições de novembro.

 

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