Primeira-ministra sueca demite-se horas após ser eleita

25 nov, 00:00
Primeira-ministra sueca

Poucas horas após o parlamento aprovar a nomeação de Magdalena Andersson como primeira-ministra sueca, a líder do governo colocou o seu lugar à disposição. Em causa está a saída dos verdes da coligação do governo e o chumbo da proposta de orçamento.

Após o chumbo da proposta de orçamento do Estado apresentada pelo governo de Magdalena Andersson, e a luz verde dada à proposta elaborada pela oposição, os parceiros de governo do Partido Social-Democrata (SAP), os Verdes, abandonaram a coligação, por se recusarem a trabalhar com um orçamento “preparado pela extrema-direita”.

 

 

“Há uma prática constitucional que estabelece que um governo de coligação deve demitir-se quando um dos partidos se afasta. Não quero liderar um executivo cuja legitimidade será questionada", afirmou Magdalena Andersson em declarações à Reuters. 

 

 

Embora tenha pedido dispensa de funções, a líder social-democrata, pode ainda garantir a chefia do governo, já que os Verdes se mostraram disponíveis para aprovar um governo chefiado por ela, mesmo tendo abandonado a coligação. 

 

 

 

Magdalena Andersson, ministra das Finanças do governo anterior, explicou que espera agora ser reeleita para o cargo procurando ter um Governo 100% social-democrata. 

 

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