Internacional português refere que está inocente no caso de prostituição que abalou Itália
Rafael Leão reagiu, através do Instagram, às acusações que o apontavam como parte do grupo de jogadores acusados de estarem envolvidos no escândalo sexual em Itália.
Num storie publicado na rede social, o extremo do AC Milan e da Seleção Nacional refere que «não está relacionado» com o caso e alerta para a possibilidade de avançar com uma acusação judicial para quem «divulgar notícias falsas».
«Nos últimos dias, o meu nome - bem como o de outros futebolistas - tem aparecido em sites, redes sociais e jornais em referência a uma investigação do Ministério Público de Milão. Quero esclarecer de forma direta que sou totalmente alheio aos factos da investigação. Não estou envolvido e não cometi qualquer crime. Peço a todos que evitem associar o meu nome a esta situação de forma arbitrária ou superficial, sem atenção à verdade e sem respeito pela vida privada. Antes de sermos futebolistas, somos pessoas com uma família e uma reputação. Por isso, já dei mandato ao meu advogado para me defender em todas as instâncias contra quem continuar a divulgar notícias falsas ou lesivas da minha reputação», pode ler-se.
O escândalo, recorde-se, envolve uma rede de prostituição sediada em Cinisello Balsamo, perto de Milão, que entretanto já foi desmantelada. De acordo com a imprensa italiana, a organização tinha vários jogadores como clientes, onde oferecia pacotes com «tudo incluído», compostos por entradas em bares, discotecas, hotéis de luxo e serviços de prostituição.
Além do internacional português, a imprensa italiana menciona o nome de Nuno Tavares, Danny Motta, Carlos Augusto, Petagna, Vicario, Skriniar, Ruggeri, Ranocchia, Arthur Melo, Daniel Maldini, Huijsen, Hakimi, Giroud, Bastoni, Scamacca, Ricci, Pinamonti, Bisseck e Calafiori como jogadores envolvidos na polémica.
Por outro lado, importa recordar que até ao momento nenhum destes atletas foi acusado de qualquer crime.
