Equipamento já estava em produção, que foi travada por decisão da CBF
Afinal, a Seleção brasileira já não vai vestir de encarnado no próximo Mundial. O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, referiu, esta terça-feira, que resolveu abandonar a ideia, garantindo que tal não se deveu a «razões políticas».
O dirigente confirmou que o equipamento «estava mesmo em produção», que foi travada após uma «reunião urgente» com a empresa que iria fabricar. «Ela entendeu o motivo e começou, de seguida, a produção da nova camisola. Posso dizer que está muito bonita», acrescentou.
«Foi um assunto delicado. Muita gente levou-o para o lado político, mas eu levei-o para o lado do Brasil, das cores da bandeira do Brasil. Azul, amarelo, verde e branco são cores das nossas bandeiras e são as cores que têm de ser seguidas. Fui contra a camisola vermelha, não por questões políticas. Eu, particularmente, não gostei», explicou Samir Xaud, eleito presidente da CBF em maio deste ano.
A decisão de disputar o Mundial de 2026 com uma camisola em tons encarnados e negros - algo nunca visto na história da Seleção brasileira, que nunca saiu dos tons amarelo, azul ou branco - foi tomada ainda pela anterior Direção da CBF, então liderada por Ednaldo Rodrigues.
A camisola iria ter, estampado, um logotipo alusivo à lenda do basquetebol Michael Jordan e tinha lançamento previsto para março do próximo ano, o que já não virá a suceder.
