Cinco cidadãos chineses sequestrados numa operação de mineração no Congo

22 nov, 08:04
Aviões chineses
Aviões chineses

Não existem detalhes sobre os sequestrados ou sobre os responsáveis pelo sequestro. Segundo a embaixada chinesa, o contexto de segurança na área é “extremamente complexo e sombrio"

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A China revelou esta segunda-feira que cinco cidadãos foram sequestrados, na manhã de domingo, numa operação de mineração na província de Kivu do Sul, que faz fronteira com o Ruanda, Burundi e Tanzânia, no leste do Congo.

A embaixada chinesa em Kinshasa exortou todos os cidadãos chineses a deixarem Kivu do Sul e as províncias vizinhas de Kivu do Norte e Ituri.

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O contexto de segurança na área é “extremamente complexo e sombrio” e existe pouca possibilidade de fornecer apoio, no caso de um ataque ou sequestro, lê-se no comunicado difundido pela embaixada.

Não existem detalhes sobre os sequestrados ou sobre os responsáveis pelo sequestro.

“Todos os cidadãos chineses e empresas chinesas com investimentos no Congo devem prestar atenção às condições locais, aumentar a sua consciência sobre segurança e prepararem-se para emergências e evitar viagens externas desnecessárias”, apontou a embaixada.

No sábado, um guarda-florestal de conservação congolês foi morto quando 100 homens armados, alegadamente antigos membros do grupo rebelde M23, atacaram um posto de patrulha, perto da vila de Bukima, em Kivu do Norte.

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Vários grupos armados, incluindo as Forças Democráticas para a Libertação do Ruanda, conhecidas pela sigla FDLR, Mai - Mai e M23 competem regularmente pelo controlo dos recursos naturais no leste do Congo.

Apesar do risco, as empresas chinesas investiram no Congo e em outros estados africanos instáveis, na procura por minerais raros e outros recursos naturais.

Os trabalhadores chineses também foram vítimas de sequestros e ataques no Paquistão e em outros países com insurgências ativas.

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