Inflação sobe para 2,1% em fevereiro

Agência Lusa , AM
27 fev, 12:11
Dinheiro (Getty Images)

Estimativa do Instituto Nacional de Estatística

A inflação aumentou para 2,1% em fevereiro de 2026, ficando 0,2 pontos percentuais acima da variação de janeiro, estimou esta sexta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).

A diferença no Índice de Preços no Consumidor (IPC) em relação a fevereiro de 2025 é de 2,10%, quando, em janeiro, a variação homóloga foi de 1,92%.

O indicador da inflação subjacente, que se refere ao índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, registou em fevereiro uma variação de 1,9%, taxa superior em 0,1 pontos percentuais à do primeiro mês de 2026.

INE confirma que economia portuguesa cresceu 1,9% em 2025

O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou que a economia portuguesa cresceu 1,9% em 2025, em volume, após ter aumentado 2,2% em 2024.

De acordo com a versão preliminar das Contas Nacionais Anuais para 2025 divulgada hoje pelo INE, em termos nominais, o Produto Interno Bruto (PIB) aumentou 5,9% em 2025 (7,2% em 2024), atingindo cerca de 307.000 milhões de euros.

O deflator implícito do PIB desacelerou em 2025 para uma taxa de variação de 3,9%, após um crescimento de 4,9% em 2024.

A procura interna acelerou em 2025, passando de um contributo para a variação anual do PIB de 2,9 pontos percentuais em 2024 para 3,7 pontos percentuais, verificando-se uma aceleração das despesas de consumo final.

Já o contributo da procura externa líquida foi mais negativo em 2025, tendo as exportações de bens e serviços em volume desacelerado mais intensamente do que as importações de bens e serviços.

Nos dados hoje divulgados, o INE reviu em alta de 0,1 pontos percentuais as taxas de variação do PIB em 2024 para 7,2% em termos nominais e para 2,2% em termos reais.

Para 2025, a nova informação incorporada não implicou a alteração da variação anual em volume do PIB (1,9%), divulgada na estimativa rápida para o quarto trimestre publicada pelo INE a 30 de janeiro passado.

No entanto, em termos trimestrais, as taxas de variação em volume foram revistas a partir do primeiro trimestre de 2024, com incidência também nos trimestres de 2025.

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