REVISTA DE IMPRENSA | O instituto de emergência médica defende que não estava obrigado a escolher os profissionais mais graduados, como exige o regime das carreiras médicas
A direção do INEM nomeou para a liderança de serviços regionais e de uma nova unidade quatro médicos que não possuem a categoria de assistentes graduados, como exige o regime das carreiras médicas, noticia o Publico desta quinta-feira.
O jornal explica que existem na instituição clínicos que estão numa categoria profissional superior à dos colegas escolhidos, mas que foram preteridos sem uma justificação do INEM.
Segundo João Pacheco Amorim, professor de Direito Administrativo na Faculdade de Direito da Universidade do Porto, esta nomeação é “claramente ilegal”.
Também os sindicatos dos médicos e o próprio bastonário da Ordem dos Médicos contestam o processo, alegando que a escolha para cargos de chefia médica na administração pública deve ser feita entre os mais graduados.
