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Taxa de inflação em Portugal acelera para 2,7% em março

CNN Portugal , AM com Lusa
31 mar, 09:35
Dinheiro (Getty Images)

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado para 2,7% em março de 2026, taxa superior em 0,6 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. A aceleração do IPC é quase na totalidade explicada pelo aumento do preço dos combustíveis.

O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 2,0%, taxa superior em 0,1 p.p. à do mês precedente. A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 5,8% (-2,2% em fevereiro) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados registou uma variação de 6,4% (6,7% no mês anterior). 

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido 2,0% (0,1% em fevereiro e 1,4% em março de 2025). 

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 2,3% (valor idêntico no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 2,7% (2,1% no mês precedente). 

Os dados definitivos referentes ao IPC do mês de março serão publicados no próximo dia 13 de abril.

Diferença no Índice de Preços no Consumidor (IPC) em relação a março de 2025 é de 2,3%

A inflação aumentou para 2,7% em março de 2026, ficando 0,6 pontos percentuais acima da variação de fevereiro, estimou esta terça-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).

A diferença no Índice de Preços no Consumidor (IPC) em relação a março de 2025 é de 2,3%.

O indicador da inflação subjacente, que se refere ao índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, registou em março uma variação de 2,0%, taxa superior em 0,1 pontos percentuais à do mês anterior.

"Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 2,3% (valor idêntico no mês anterior)", adianta ainda o INE.

O gabinete estatístico aponta que esta subida é “quase na totalidade explicada pelo aumento do preço dos combustíveis” no mês de março, refletindo a subida do preço do petróleo.

O índice referente aos produtos energéticos aumentou para 5,8%, depois de uma redução de 2,2% em fevereiro.

Esta subida nos preços dos combustíveis coincide com o impacto da guerra no Irão, no final de fevereiro, e consequente fecho do estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% da produção global de petróleo e quase 20% do gás natural liquefeito (GNL).

O indicador da inflação subjacente, que se refere ao índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, registou em março uma variação de 2,0%, taxa superior em 0,1 pontos percentuais à do segundo mês deste ano.

Quanto aos produtos alimentares não transformados, abrandou de uma subida de 6,7% em fevereiro para 6,4% em março.

À semelhança da variação do IPC, também o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português, que permite comparações com outros países europeus, terá registado uma variação homóloga de 2,7% no mês em análise (2,1% em fevereiro).

Inflação da zona euro sobe para 2,5% em março

A inflação homóloga da zona euro avançou, em março, para os 2,5%, segundo uma estimativa hoje divulgada pelo Eurostat, impulsionada pelos preços dos combustíveis que saíram de terreno negativo.

De acordo com uma estimativa rápida hoje divulgada pelo serviço de estatística da União Europeia, a taxa de inflação anual da zona euro subiu, em março, para os 2,5%, face aos 1,9% de fevereiro e os 2,2% do mês homólogo.

Considerando as principais componentes da inflação na área do euro, os preços da energia deverão registar a taxa anual mais alta: 4,9%, em comparação com -3,1% de fevereiro e -1,0% de março de 2025.

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