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Aviões suecos atuaram todo o dia na zona do Sabugal

Agência Lusa , PP
19 ago 2025, 20:15
Um avião de combate a incêndios Swedish Air Tractor AT-802 Fire Boss sobrevoa durante um incêndio florestal na floresta de Broceliande, em Campeneac, na Bretanha, oeste da França, em 12 de agosto de 2022. (Getty Images)
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Informação foi dada pela Proteção Civil

Os dois aviões suecos de combate a incêndios que estão em Portugal estão a atuar desde a manhã de hoje no Sabugal, anunciou a proteção civil, que tem ativado o protocolo de cooperação transfronteiriço com Espanha.

Em resposta à Lusa numa conferência de imprensa hoje realizada, o segundo comandante Nacional de Emergência e Proteção Civil, José Ribeiro, explicou que os “dois aviões médios Fire Boss que vieram da Suécia no âmbito do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, começaram a atuar na manhã de hoje no teatro de operações de sabugal, onde, de acordo com a informação até às 18:30, ainda se mantêm em operação”.

O norte de Espanha tem sido palco de vários incêndios nos últimos dias, que geraram, pelo menos, uma grande ocorrência em Portugal, em Montalegre.

Segundo José Ribeiro, "tem sido cumprido o protocolo de ajuda mútua entre Portugal e Espanha para as zonas transfronteiriças”, particularmente nestes dias.

“Atuamos de forma automática naquilo que é a linha de 25 quilómetros, quer dentro do território espanhol, quer dentro do território português, numa articulação que é automática e natural”, adiantou.

José Ribeiro, disse que ao fim de uma semana de intenso esforço no combate aos fogos na zona centro e norte do país, o cansaço começa a sentir-se.

"Naquilo que é o nosso conceito de operação, prevê-se que as equipas sejam rendidas ao fim de um determinado período e essa é uma questão que é analisada por todas as entidades que integram o dispositivo”, disse.

“Nos teatros de operações mais complexos, e destaco aqui a ocorrência de Piódão, instalámos um conjunto de zonas de descanso para os operacionais em colaboração com a Cruz Vermelha Portuguesa”, para fazer “essa gestão de esforço” no terreno, acrescentou o segundo comandante nacional da proteção civil.

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