Metas em risco de falhar se o plano não acelerar
O Plano Nacional de Acção (PNA) para reduzir a destruição provocada pelos fogos florestais tinha entre as suas metas a gestão de combustível de um milhão de hectares de floresta portuguesa entre 2020 e 2024. Contudo, no ano final do ano passado, as operações de limpeza de matos tinham abrangido apenas 400 mil hectares, escreve o jornal Público desta terça-feira, 13 de agosto.
O jornal dá conta que o PNA, que determina as metas e prioridades do Sistema Integrado de Gestão de Fogos Rurais, uma rede de instituições ligadas à prevenção e ao combate dos incêndios na floresta, considera que os índices de cumprimento dos 98 objetivos traçados até 2030 atingiram no ano passado os 56%.
Os especialistas que acompanham o sector são mais cautelosos na avaliação. Se o plano não acelerar, a meta de conter a área ardida em 600 mil hectares em dez anos vai falhar, revela.