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"Fire Boss". Aviões de combate às chamas cedidos pela Suécia deverão chegar no domingo a Portugal

Agência Lusa , TFR
15 ago 2025, 17:24
Um avião de combate a incêndios Swedish Air Tractor AT-802 Fire Boss sobrevoa durante um incêndio florestal na floresta de Broceliande, em Campeneac, na Bretanha, oeste da França, em 12 de agosto de 2022. (Getty Images)
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A informação foi adiantada pelo secretário de Estado da Proteção Civil

Dois aviões Fire Boss, cedidos pela Suécia, deverão chegar a Portugal no próximo domingo e juntarem-se ao combate aos incêndios no dia seguinte, anunciou esta sexta-feira o Governo.

A informação foi adiantada pelo secretário de Estado da Proteção Civil, durante uma visita do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, do primeiro-ministro, Luís Montenegro, e da ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, à sede da ANEPC - Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, em Carnaxide.

Decorrente da ativação do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, a Suécia vai "fazer chegar uma parelha de Fire Boss durante os próximos dias", sinalizou o secretário de Estado, detalhando que os meios deverão chegar no domingo.

"Na segunda-feira estará em condições de colaborar no combate aos incêndios", acrescentou.

Portugal ativou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil com pedido de apoio de quatro aviões Canadair de combate aos incêndios, anunciou hoje o comandante nacional da proteção civil, Mário Silvestre.

Mário Silvestre disse que Portugal será o sétimo país a ativar o mecanismo europeu.

Rui Rocha recordou ainda que "desde o início dos incêndios, Portugal tem beneficiado de ajuda externa", nomeadamente através do acordo transfronteiriço com Espanha, bem como do acordo bilateral com Marrocos, que permitiu o empréstimo de dois aviões Canadair, cuja permanência em Portugal foi prolongada até à próxima segunda-feira.

Esta decisão de recorrer a ajuda externa, através dos acordos bilaterais, antes de acionar o mecanismo europeu ocorreu, explicou, porque o Governo não é "alheio à situação internacional que se vive e, sobretudo, os países que mais contribuem para este mecanismo, estão também muito pressionados pelos incêndios, como a França, a Espanha e a Itália".

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