Bombeiros pedem meios aéreos para combater incêndio no Parque Natural de Montesinho

Agência Lusa , RL
29 jan, 10:25
Incêndio de Salvaterra de Magos

Mais de nove horas após o último ponto da situação, “pouco mudou” no combate ao incêndio que deflagrou na sexta-feira numa zona de difícil acesso

Os bombeiros pediram, na manhã deste sábado, apoio de meios aéreos portugueses e espanhóis para combater o incêndio que deflagrou na sexta-feira numa zona de difícil acesso do Parque Natural de Montesinho, disse o comandante da corporação de Bragança.

Carlos Martins referiu à agência Lusa que “há uma frente ativa” do lado português deste parque natural raiano e que se aguardava esta manhã a chegada meios aéreos “porque é uma zona de muito difícil acesso” para os operacionais no terreno.

“Estamos a tentar colocar lá meios aéreos portugueses e espanhóis, dois aviões e dois helicópteros”, detalhou.

Às 09:30 de hoje, mais de nove horas após o último ponto da situação, “pouco mudou”, segundo o comandante Carlos Martins.

“Continua a arder, embora com menos intensidade, é certo”, assinalou, explicando que as chamas estão a consumir apenas zona de mato “e algum pinho”.

Disse ainda ser “prematuro” avançar quando é que o incêndio pode ser extinto.

Também contactado pela agência Lusa, o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Bragança limitou-se a referir que o incêndio continuava ativo.

Anteriormente, explicara que tinha uma frente ativa com “cerca de 400 a 500 metros”, na zona de Vilarinho do lado português, e de La Tejera do lado espanhol.

As chamas deflagraram do lado português, na zona da Lama Grande, Bragança, no Parque Natural de Montesinho, e propagaram-se para o lado espanhol.

Mas, de acordo com informações chegadas ao comandante dos bombeiros de Bragança já na manhã de hoje, no lado espanhol as chamas terão sido já extintas.

O Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) realizou, na quinta-feira, fogo controlado, as chamadas queimadas, na zona de Soutelo, em Bragança.

O comandante dos bombeiros disse que a corporação esteve a dar apoio a esta operação e considera que “não tem qualquer relação” com o incêndio pela “distância” entre os dois eventos e as temperaturas negativas durante a noite com formação de geada.

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