Incêndio em Vila Real avança a grande velocidade e obriga ao corte da A24

Agência Lusa , CF
21 ago, 17:11

Autoestrada foi cortada ao trânsito entre os nós de São Tomé do Castelo e de Vila Pouca de Aguiar. "O vento não amaina, a noite aproxima-se e se o incêndio não foi circunscrito durante o dia vamos ter uma noite muito complicada”, apontou o presidente da Câmara de Vila Real

O incêndio que teve início na zona da Samardã, serra do Alvão, em Vila Real, “avança a grande velocidade” devido ao vento muito forte que se faz sentir, tendo levado ao corte da Autoestrada 24 (A24).

"Avança com grande velocidade, o vento não está a ajudar os bombeiros e a Proteção Civil na sua contenção", afirmou à agência Lusa o presidente da Câmara de Vila Real, Rui Santos.

Segundo fonte da GNR, devido ao incêndio e por precaução, a A24 foi cortada ao trânsito entre os nós de São Tomé do Castelo e de Vila Pouca de Aguiar, enquanto a Estrada Nacional 2 (EN2), que esteve cortada também devido a este fogo, já reabriu.

O alerta para o incêndio foi dado pelas 07:00, tendo-se verificado “três pontos diferentes de ignição”, teve início numa zona de mato, mas também lavra em pinhal e o vento forte que se faz sentir leva à rápida propagação das chamas.

"Estou preocupado, o vento não amaina, a noite aproxima-se e se o incêndio não foi circunscrito durante o dia vamos ter uma noite muito complicada”, apontou o presidente.

Segundo Rui Santos, “a prioridade no posicionamento dos homens é junto às aldeias para salvaguardar pessoas e bens”.

Na linha do fogo há várias aldeias, como Samardã, Vilarinho da Samardã, Benagouro, tendo já passado a Estrada Nacional 2 (EN2) e o rio Corgo, estando a subir as encostas do outro lado.

Em Vilarinho da Samardã, o fogo esteve muito próximo das casas e também um posto de combustível.

Segundo o `site’ da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção (ANEPC), para o local estavam mobilizados, pelas 16:45, 227 operacionais, 93 viaturas e cinco meios aéreos.

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