A investigação continua em curso para determinar as causas exatas do incêndio
Oito estudantes foram detidas no Quénia por suspeitas de envolvimento no incêndio que matou 16 alunas num dormitório, na madrugada de quinta-feira, na Academia Feminina Utumishi, em Gilgil, avançam vários meios de comunicação internacionais.
Segundo a Polícia Nacional do Quénia, citada pela agência EFE, as detenções ocorreram após entrevistas a alunas e funcionários e da análise das imagens de videovigilância - que terão permitido identificar oito alunas como suspeitas de "incêndio criminoso".
A polícia aponta, em comunicado citado pela BBC, que as estudantes foram identificadas como "pessoas de interesse relacionadas com o planeamento e execução" do incêndio.
Segundo a BBC, as oito alunas faziam parte de um grupo inicial de 30 estudantes que foram localizadas e chamadas de volta à escola pelos investigadores.
A investigação continua em curso para determinar as causas exatas do incêndio, que destruiu o piso superior de um dormitório com 135 beliches, escreve a BBC.
