REVISTA DE IMPRENSA || Altas temperaturas dificultam o combate e agravam o risco de incêndio
Até 15 de julho, mais de 10.700 hectares arderam em Portugal continental, três vezes mais do que no mesmo período de 2024, noticia o Diário de Notícias, que dá ainda conta que o número de ignições é mais baixo (foram registados 3.370 incêndios, o quarto valor mais reduzido desde 2015) mas os fogos têm sido mais agressivos: 57% superaram os 100 hectares de área ardida.
Estes dados ainda não incluem os grandes incêndios desta semana, como o de Arouca, que já destruiu cerca de quatro mil hectares, segundo a autarquia. Também em Ponte da Barca o fogo continua ativo, com centenas de operacionais e meios aéreos no terreno, incluindo apoio de aviões espanhóis.
As altas temperaturas dificultam o combate e agravam o risco de incêndio, sendo que 12 distritos permanecem em risco elevado de incêndio.
A Polícia Judiciária já deteve 26 suspeitos de fogo posto desde o início do ano, superando o total de detenções da PJ em 2024.