Mais de 100 operacionais combatem fogo em Aveiro que já obrigou a cortar A1

Agência Lusa , BC
18 mai 2023, 15:51
Mais de 7.000 hectares de área ardida em 2023 em Portugal. (Omar Marques/Getty Images)

Incêndio está "controlado mas não dominado", diz comandante dos Bombeiros Velhos de Aveiro. Chamas lavram em Requeixo

Mais de 100 operacionais estavam, às 15:20, a combater um incêndio florestal que lavra desde as 10:00 em Requeixo, Aveiro, e que está a condicionar o trânsito na Autoestrada 1 (A1), informou esta quinta-feira fonte dos Bombeiros e da GNR.

Segundo fonte da GNR, a A1 esteve “momentaneamente cortada”, sendo que às 15:25 se encontrava condicionada ao quilometro 233,5 (Requeixo), com a circulação a realizar-se em ambos sentidos, mas apenas nas faixas de rodagem junto ao separador central. A CNN Portugal constatou no local que as chamas atravessaram mesmo a autoestrada de um lado para o outro.

Em declarações à Lusa, o comandante dos Bombeiros Velhos de Aveiro, Carlos Pires, disse que o incêndio com duas frentes ativas e que “está controlado, mas não dominado”.

“Face à grande extensão de área ardida e também ao vento, há alguns pontos quentes e alguns pontos do perímetro do incêndio que ainda estão ativos. Continuamos a fazer combate direto e em alguns pontos a fazer consolidação de rescaldo”, adiantou o mesmo responsável.

Três bombeiros da corporação de Albergaria-a-Velha ficaram feridos sem gravidade num acidente quando seguiam numa viatura de combate a incêndios para o local das chamas. A CNN Portugal sabe que o acidente aconteceu pelas 11:30 e que a viatura se despistou, capotando em seguida. 

O comandante Carlos Pires referiu ainda que uma das frentes do incêndio está próxima da povoação de Carregal, mas não há habitações em risco, e a outra frente “está a dirigir-se em direção à autoestrada e num dos pontos até já passou para o outro lado da autoestrada", conforme a CNN Portugal avançou.

Segundo a página da Internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, pelas 15:30, o combate ao incêndio estava a mobilizar 109 homens, apoiados por 31 viaturas e quatro meios aéreos.

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