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Incêndio em dormitório de colégio feminino no Quénia faz 16 mortos, a maioria estudantes

Agência Lusa , MSM
28 mai, 09:44
Bandeira do Quénia (Getty)
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Há dezenas de feridos e pais aguardam notícias

Pelo menos 16 pessoas, a maioria estudantes, morreram e 73 ficaram feridas no incêndio que começou durante a madrugada desta quinta-feira num dormitório de um colégio interno feminino no Quénia, disse fonte policial à Agência France Presse (AFP).

O incêndio foi comunicado às 03:30 (01:30 em Lisboa), na Escola Feminina Utumishi em Gilgil, a cerca de 100 quilómetros a norte de Nairóbi, informou a Cruz Vermelha, que enviou equipas para o local, mas não deu informações sobre o número de vítimas.

Até agora não houve quaisquer balanços oficiais nem informações divulgadas sobre a idade das vítimas.

O Ministério da Educação do Quénia anunciou que uma equipa de investigação foi enviada ao local e que será prestado apoio psicológico às famílias.

Segundo um correspondente no local, muitos pais desesperados dirigiram-se à escola e estão reunidos no pátio, a aguardar notícias dos seus filhos.

O ministro do Interior do Quênia, Kipchumba Murkomen, e o Comissário Adjunto de Polícia, Eliud Lagat, estão igualmente no local, de acordo com a polícia queniana.

O chefe da Diretoria de Investigação Criminal (DCI), Mohammed Amin, está a supervisionar a investigação preliminar sobre a causa do incêndio em Gilgil.

Os incêndios em escolas são frequentes nos colégios internos quenianos, alguns provocados por atos de fogo posto e outros por falhas elétricas.

O incêndio escolar mais mortal da história recente do Quénia ocorreu em 2001, quando 67 estudantes morreram num dormitório no condado de Machakos.

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