Helicóptero de emergência médica de Loulé inoperacional devido a avaria técnica

6 dez 2025, 22:23
Helicóptero de emergência médica do INEM (Foto: INEM)

O INEM garante que está a acompanhar a situação em permanência e que exigiu ao operador a adoção imediata de todas as medidas necessárias para restabelecer a operacionalidade no mais curto espaço de tempo

O helicóptero de emergência médica do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) sediado em Loulé, operado pela Gulf Med Aviation Services (GMAS), encontra-se temporariamente inoperacional desde quinta-feira, confirmou a própria GMAS à TVI e à CNN Portugal.

Em causa está uma avaria técnica que exige a substituição de uma peça considerada essencial para o bom funcionamento do meio aéreo.

A aeronave, recente e ainda ao abrigo da garantia do fabricante, só poderá regressar à operação após a intervenção técnica, que é da exclusiva responsabilidade do construtor.

Apesar da indisponibilidade do helicóptero, a equipa médica do INEM afeta à base de Loulé mantém-se plenamente operacional, assegurando a resposta clínica diferenciada através de uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER).

Ao que a TVI e a CNN Portugal apuraram, este sábado de manhã o Hospital de Faro solicitou ao INEM dois serviços de transferência de doentes críticos, sendo que um deles foi realizado pelo helicóptero sediado em Évora, tendo sido transferido para o Hospital de Santa Maria. O segundo doente, que era para ser transferido para o Hospital de Coimbra, não foi helitransportado porque o meio aéreo de Loulé continua inoperacional.

O INEM garante que está a acompanhar a situação em permanência e que exigiu ao operador a adoção imediata de todas as medidas necessárias para restabelecer a operacionalidade no mais curto espaço de tempo.

A instituição adianta ainda que irá aplicar as penalidades previstas no contrato e continuará a monitorizar o seu cumprimento, trabalhando em conjunto com o operador para assegurar o rápido restabelecimento da capacidade aérea de emergência. O INEM reforça que a resposta aos cidadãos se mantém garantida.

Em comunicado, a GMAS "lamenta toda a situação, que está para além da sua capacidade de intervenção" e garante estar "a desenvolver todos os esforços ao seu alcance para garantir que o fabricante intervém no mais curto espaço de tempo".

País

Mais País