“Um sinal político muito importante que tinha sido pedido pelo presidente Zelensky”: Portugal anuncia que pediu o regresso do seu embaixador a Kiev

11 abr, 15:20
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmytro Kuleba, e o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, João Gomes Cravinho (EPA)

João Gomes Cravinho avisou ainda que o mais recente pacote contra a Rússia, aprovado na sexta-feira, não será o último da União Europeia

À saída da reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, no Luxemburgo, João Gomes Cravinho afirmou que o encontro foi “bastante intenso e produtivo” em relação à questão da Ucrânia, e anunciou que “Portugal tomou a decisão de pedir o regresso do seu embaixador a Kiev” assim que haja condições.

“É um sinal político muito importante que tinha sido pedido pelo presidente Zelensky e por Josep Borrell (Alto Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança)”, disse o MNE português.

Em relação ao apoio militar pedido pela Ucrânia, Gomes Cravinho disse que Portugal “continuará a fazer a sua parte” ao fornecer equipamento militar, garantindo “para breve” um terceiro voo com apoio bélico dirigido à Ucrânia.

O ministro assegurou ainda que o mais recente pacote de sanções contra a Rússia, aprovado na sexta-feira, não será o último da União Europeia.

“Isto não é o fim da história. Sabemos que terá de haver uma intensificação das sanções nas próximas semanas, que passará pelo petróleo. Portugal está alinhado com esse movimento, que tem dimensões técnicas ainda em discussão”, afirmou.

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