Forças ucranianas eliminam unidade de elite russa em batalha de 14 horas no Donbass

8 jun, 20:09
Fumo de um tanque russo destruído pelas forças ucranianas na berma de uma estrada na região de Lugansk

Paraquedistas ucranianos terão morto mais de 50 soldados russos de um regimento de elite baseado na cidade de Pskov

As forças armadas ucranianas alegam ter destruído uma unidade militar russa de elite após uma batalha que durou mais de 14 horas no Donbass.

A 80.ª brigada de paraquedistas garante ter eliminado as forças russas que tentaram atravessar a estrada que serve de importante ligação às tropas ucranianas na região, embora não esclareça a localização exata da batalha por motivos de “segurança operacional”.

Acredita-se que em causa está a defesa da estrada que liga a cidade de Bakhmut a Lysyshansk e Severodonetsk, uma das regiões onde os combates têm sido mais intensos, com as tropas russas a tentarem cercar a todo o custo as forças ucranianas que defendem estas cidades.

A luta por esta localização terá acontecido durante a noite, quando uma equipa de sabotadores russos se aproximou da cidade, desencadeando uma violenta troca de tiros que resultou na morte de cerca de 50 soldados russos. Segundo o relato ucraniano, uma arma antitanque NLAW destruiu um veículo blindado russo.

"O inimigo não passou! Unidades da 80.ª brigada de paraquedistas das Forças Armadas da Ucrânia continuam a infligir perdas aos ocupantes russos, combatendo-os na direção leste", escreveu a brigada numa publicação na sua página de Facebook, onde partilharam também um vídeo do que parece ter sido o “resultado final” dos combates.

No vídeo é possível ver vários equipamentos militares abandonados ou em chamas que alegadamente pertenciam a unidades de reconhecimento do 76.º regimento de assalto russo baseado na cidade de Pskov, considerada de elite pelos russos.

"Embora esta guerra tenha sido mais sobre duelos de artilharia de grande calibre, muitas vezes ocorrem combates poderosos com metralhadoras. Os nossos rapazes avistaram os sabotadores e abriram fogo de armas automáticas, forçando-os a recuar”, lê-se na publicação.

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