Quase 50 mil pessoas pediram autorização para viver em Portugal desde o início da guerra na Ucrânia, a maior parte em Lisboa

CNN Portugal , DCT
8 ago, 17:02
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Desde o início do conflito, o SEF comunicou ao Ministério Público “725 menores que se apresentaram na presença de outra pessoa que não o seu progenitor ou representante legal comprovado, sem perigo atual ou iminente”

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) já atribuiu, desde o início do conflito na Ucrânia, 49.405 proteções temporárias a cidadãos ucranianos e a estrangeiros que residiam naquele país. Em comunicado enviado às redações, o organismo adianta que, “destes, 29.762 são mulheres e 19.643  homens” e contabilizam-se 13.409 menores.

No que diz respeito a certificados de autorização de residência ao abrigo do regime de proteção temporária, o SEF já emitiu 40.926. Nestes casos, as pessoas recebem números de utente de saúde, de segurança social e de identificação fiscal.

Desde o início do conflito, o SEF comunicou ao Ministério Público “725 menores que se apresentaram na presença de outra pessoa que não o seu progenitor ou representante legal comprovado, sem perigo atual ou iminente”. À Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) foram comunicados “15 menores não acompanhados e/ou na presença de outras pessoas que não os seus progenitores”.

“Os municípios com o maior número de proteções temporárias concedidas são Lisboa (10.475), Cascais (2.965), Porto (2.344), Sintra (1.691) e Albufeira (1.247)”, diz o SEF.

Pelo menos 310 ucranianos que tinham obtido proteção temporária em Portugal devido à guerra regressaram à Ucrânia, segundo dados enviados à Lusa pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).

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