Rede diplomática está mobilizada para proteger os cidadãos nacionais nos países afetados
O Governo português garante estar a acompanhar “com grande preocupação” tudo o que está a acontecer, estando também em coordenação com os parceiros europeus, os parceiros da região e os aliados da NATO.
“Sob a coordenação do Ministério dos Negócios Estrangeiros, a nossa rede diplomática, em particular através das embaixadas na região, está plenamente mobilizada para a proteção dos nossos cidadãos, a quem apelamos que mantenham a máxima cautela. A proteção dos civis é essencial e deve ser plenamente assegurada”, pode ler-se no comunicado.
O Governo pede também “máxima contenção” a todas as partes, no sentido de evitar uma escalada e preservar a paz e segurança internacionais.
Para isso, frisa, é “necessário que o programa nuclear do Irão, que é há muito uma preocupação da comunidade internacional, cesse”.
“Insistimos também, como sempre fizemos, na necessidade de o Irão respeitar os direitos humanos do seu povo, que têm sido violados de forma inadmissível”, acrescenta a nota.
De resto, Portugal condena ainda aquilo que diz serem “injustificáveis ataques do Irão aos países vizinhos da região - entre eles, a Arábia Saudita, o Catar, os Emiratos Árabes Unidos, o Kuwait e a Jordânia -, que devem cessar imediatamente”.