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Senado dos EUA avança com medida que visa limitar os poderes de guerra de Trump no Irão

CNN , Morgan Rimmer
19 mai, 23:06
Presidente dos EUA, Donald Trump (Getty)
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A votação para fazer avançar a medida surge depois de o Senado já ter rejeitado esforços semelhantes por sete vezes. Houve várias ausências republicanas na votação desta terça-feira, devido às campanhas eleitorais nos estados dos senadores, o que torna improvável que a medida seja aprovada na votação final

O Senado norte-americano aprovou esta terça-feira uma medida que visa restringir os poderes de guerra do presidente Donald Trump, exigindo aprovação do Congresso para qualquer futura ação militar no Irão.

A proposta foi aprovada com 50 votos a favor e 47 contra. O senador democrata John Fetterman juntou-se aos republicanos para rejeitar a proposta, enquanto os senadores republicanos Rand Paul, Susan Collins, Lisa Murkowski e Bill Cassidy votaram ao lado dos democratas. Esta é a primeira vez que Cassidy vota com os democratas.

Cassidy, republicano do Luisiana, perdeu no fim de semana a tentativa de conquistar um terceiro mandato numa derrota surpreendente, depois de dois adversários nas primárias — incluindo um apoiado por Donald Trump — terem ficado à sua frente e seguido para uma segunda volta na disputa pelo seu lugar no Senado.

A votação para fazer avançar a medida surge depois de o Senado já ter rejeitado esforços semelhantes por sete vezes. Houve várias ausências republicanas na votação desta terça-feira, devido às campanhas eleitorais nos estados dos senadores, o que torna improvável que a medida seja aprovada na votação final.

O líder da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer, anunciou em abril que os democratas iriam forçar uma votação sobre os poderes de guerra todas as semanas em que o Senado estivesse reunido num futuro previsível.

Alguns republicanos indicaram considerar que o Congresso deve ter um papel na autorização da guerra, ou pelo menos exercer maior supervisão. No entanto, o líder da maioria republicana no Senado, John Thune, disse aos jornalistas que a maioria dos membros do seu partido não pressionou para realizar uma votação sobre a autorização da guerra.

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