Hospitais ainda fecham portas a acompanhantes de grávidas no parto

31 mai, 07:34
Grávida

REVISTA DE IMPRENSA Condicionamentos acontecem nos partos, mas também nas consultas e exames pré-natais. Situação ambígua provoca queixas junto da reguladora da saúde

Ainda há hospitais que continuam a limitar o acompanhamento de grávidas durante as consultas, exames, episódios de urgência e parto, noticia o Jornal de Notícias esta terça-feira. 

Uma medida que contraria as recomendações da Direção-geral de Saúde (DGS), emitidas em outubro do ano passado, para o acompanhamento da grávida em todos os momentos - desde a vigilância pré-natal, ao atendimento no serviço de urgência, internamento e parto.

No caso das grávidas infetadas com covid-19, as restrições em vigor nos hospitais são ainda mais apertadas e generalizadas, garante à mesma publicação a Associação Portuguesa dos Direitos da Mulher na Gravidez e Parto, que continua a receber "muitas queixas e pedidos de ajuda". Só em 2021, a reguladora recebeu quase 200 reclamações sobre o assunto. 

"Isto é grave porque há mulheres a receberem más notícias sozinhas", refere a responsável Sara Vale ao JN.

Também nos partos, as regras de acompanhamento diferem de hospital para hospital, independentemente da dimensão ou localização geográfica. "Uns permitem o acompanhante, outros só permitem em alguns momentos, outros só na fase de expulsão", acrescenta a responsável, falando em "falta de uniformidade".

 

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