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Governo português expressa "solidariedade" e está "disponível para ajudar" Turquia e Síria após terramoto

Agência Lusa , AM
6 fev 2023, 09:11

Sismo de 7,8 no sul da Turquia vitimou centenas de pessoas no país e na Síria

O Governo português expressou a sua total solidariedade ao Governo e ao povo turco, anunciou o Ministério dos Negócios Estrangeiros português, lamentando os efeitos do sismo na Turquia que vitimou também centenas de pessoas na Síria.

“Estamos chocados com as notícias que chegaram da Turquia esta manhã sobre o terrível terramoto. O Governo Português manifesta a sua total solidariedade com o povo e o Governo da Turquia”, publicou o Ministério dos Negócios Estrangeiros no Twitter.

O primeiro-ministro anunciou entretanto que Portugal está disponível para ajudar Turquia e Síria. António Costa manifestou consternação pelas vítimas e todos os afetados pelo terramoto e salientou que Portugal está solidário e disponível para ajudar, em coordenação com os seus parceiros.

“Foi com consternação que tomei conhecimento do terramoto que assolou a Turquia e a Síria. Os meus pensamentos estão com as famílias das vítimas e com todos os afetados pelo desastre”, escreveu o líder do executivo português na sua conta na rede social Twitter.

Na sua mensagem, o primeiro-ministro salientou depois que “Portugal está solidário e disponível para ajudar, em coordenação com os nossos parceiros”.

Um tremor de terra, com uma magnitude de 7,8 na escala de Richter, atingiu hoje a zona de fronteira entre a Turquia e a Síria.

O último balanço provisório de vítimas do tremor aumentou para 641 mortos, sendo que as autoridades alertam que o número pode ser ainda mais grave devido ao grau de destruição.

O abalo ocorreu às 04:17 (01:17 em Lisboa), a 33 quilómetros da capital da província de Gaziantep, no sudeste da Turquia, a uma profundidade de 17,9 quilómetros.

Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), minutos após o primeiro sismo, outro abalo de 6,7 graus na escala de Richter foi registado a 9,9 quilómetros de profundidade.

Os abalos foram sentidos também no Líbano e no Chipre, segundo correspondentes da agência France–Presse.

 

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