Portugueses concordam com demissão de Pedro Nuno Santos e maioria diz que Medina também devia sair

1 jan, 20:08
António Costa e Fernando Medina (António Pedro Santos/Lusa)

Sondagem da Aximage mostra que a maioria dos inquiridos gostaria de ver ambos fora do Governo

No seguimento da polémica indemnização de 500 mil euros paga pela TAP a Alexandra Reis, agora ex-secretária de Estado do Tesouro, o ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, optou por abandonar o cargo, ao contrário de Fernando Medina, que se mantém como ministro das Finanças.

A sondagem da Aximage, feita para a CNN Portugal, mostra que 62% dos portugueses acreditam que Medina deveria deixar o Governo, 25% não vê motivos para a demissão e 13% preferiu não opinar sobre o tema.

Maior parte dos inquiridos entende que Fernnado Medina deveria sair do Governo após a polémica com Alexandra Reis (fonte: Aximage)

Questionados sobre a demissão do ministro das Infraestruturas, 69% dos portugueses entendem que Pedro Nuno Santos tomou a decisão certa e apenas 15% acredita que se devia ter mantido no Governo, sendo que 16% optou por não expressar qualquer opinião.

Maioria dos portugueses entende que Pedro Nuno Santos esteve bem ao abandonar o cargo de ministro das Infraestruturas (fonte: Aximage)

Ficha Técnica

Universo: Indivíduos maiores de 18 anos residentes em Portugal.

Amostra: Amostragem por quotas, obtida a partir de uma matriz cruzando sexo, idade e região (NUTSII), a partir do universo conhecido, reequilibrada por género (2), grupo etário (4) e região (4). A amostra teve 503 entrevistas efetivas; 114 entre os 18 e os 34 anos, 139 entre os 35 e os 49 anos, 141 entre os 50 e os 64 anos e 109 para os 65 e mais anos; Norte 172, Centro 119, Sul e Ilhas 69, Área Metropolitana de Lisboa 143.

Técnica: Aplicação online – CAWI (Computer Assisted Web Interviewing) – de um questionário estruturado a um painel de indivíduos que preenchem as quotas pré-determinadas; O trabalho de campo decorreu entre 29 e 30 de dezembro de 2022.

Erro probabilístico: O processo amostral, não sendo aleatório, implica a não indicação do erro probabilístico. Contudo, para efeitos de comparação, para uma amostra probabilística com 503 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,022 (ou seja, uma “margem de erro” – a 95% - de 4,37%).

Responsabilidade do estudo: Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direcção técnica de Ana Carla Basílio.

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