Associações da GNR saíram desiludidas com ministra e avançam com protestos

Agência Lusa , NM
28 nov, 15:58
GNR (imagem Getty)

Maria Lúcia Amaral apresentou às cinco associações socioprofissionais da Guarda Nacional Republicana uma proposta inicial do Governo para negociação

Os dirigentes das associações socioprofissionais da GNR saíram esta sexta-feira desiludidos da reunião com a ministra da Administração Interna, tendo a Associação dos Profissionais da Guarda (APG) revelado que vão avançar com protestos, uma decisão apoiada pelos oficiais.

“Transmitimos à ministra que aquilo que apresentou foi muito pouco. Apesar de a direção da APG ainda se ir reunir, mas vai reunir-se para decidir formas de protesto”, disse à Lusa o presidente da associação mais representativa dos militares da GNR, César Nogueira, no final de uma reunião com a ministra Maria Lúcia Amaral.

A ministra apresentou às cinco associações socioprofissionais da Guarda Nacional Republicana uma proposta inicial do Governo para negociação, que contempla no imediato a revisão dos serviços remunerados e “sem data de concretização” as alterações à portaria de higiene e saúde no trabalho, carreiras e estatuto remuneratório e sistema de avaliação.

A ministra deu ainda conhecimento de que o suplemento especial de serviço, destinado aos militares que trabalham na investigação criminal e unidades especiais, vai ser aumentado em 2,15% em janeiro de 2026, o que se traduz, segundo as associações, num aumento entre os três e os sete euros mensais, dependendo das funções.

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