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PJ localiza cadáver de empresário desaparecido em Loulé. Há "fortes indícios de morte violenta"

2 abr, 12:56

O desaparecimento do cidadão português, com 50 anos, foi comunicado à PJ, a 17 de março, tendo-se apurado, indiciariamente, após diversas diligências investigatórias de caráter técnico e operacional, que teria sido vítima da prática de crimes de rapto e roubo.

 

 

A investigação prossegue, a cargo da Polícia Judiciária, com a finalidade de esclarecer cabalmente todos os factos, no âmbito de inquérito titulado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal de Faro.

Ricardo Claro, de 50 anos, estava desaparecido desde dia 13 de março

A Polícia Judiciária localizou, esta quinta-feira, num terreno baldio e de mato, na zona de Esteval, em Loulé, o cadáver do empresário que estava desaparecido no Algarve.

Ricardo Claro, de 50 anos, era sócio e diretor de recursos humanos de um restaurante situado no empreendimento turístico em Vale do Lobo, em Almancil. Estava desaparecido desde 13 de março.

Em comunicado, a PJ adianta que "depois da realização da competente inspeção judiciária à zona do aparecimento, com apoio da GNR, o cadáver irá ser removido para o Gabinete de Medicina Legal, a fim de ser realizada a autópsia médico-legal".

A PJ confirma ainda, numa primeira observação, "fortes indícios de morte violenta", que terão ocorrido na data em que desapareceu.

"Na observação ao cenário identificado, resultam fortes indícios de morte violenta que, tudo indica, terá ocorrido na data do desaparecimento. No âmbito desta investigação, está já identificado um suspeito, com 39 anos, que se encontra em prisão preventiva", adianta a nota.

Segundo a Polícia Judiciária, "o desaparecimento do cidadão português foi comunicado à PJ, a 17 de março, tendo-se apurado, indiciariamente, após diversas diligências investigatórias de caráter técnico e operacional, que teria sido vítima da prática de crimes de rapto e roubo".

Ricardo Claro era sócio e diretor de recursos humanos de um restaurante situado no empreendimento turístico em Vale do Lobo, em Almancil.

Segundo a PJ, terá sido alvo de um plano criminoso para a apropriação de objetos de valor que transportasse ou aos quais conseguisse aceder.

A investigação prossegue, a cargo da PJ, no âmbito de um inquérito titulado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Faro.

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