PJ e Autoridade Tributária fazem buscas ao Sporting de Braga

Bruno Ferreira , atualizada às 19:09 com Lusa
22 fev 2022, 13:09

Estas são já as segundas diligências em três meses ao estádio do Sporting de Braga, depois das buscas efetuadas pela PJ e pela Autoridade Tributária em novembro, no âmbito da Operação Fora de Jogo

A Polícia Judiciária (PJ) do Porto e a Autoridade Tributária de Braga estão a efetuar buscas ao estádio do Sporting de Braga, apurou a CNN Portugal. De acordo com a PJ, as diligências foram desencadeadas por denúncia anónima. 

Em causa estão contratos de jogadores, mas também contratos de serviços fictícios, que alegadamente serviram para desviar dinheiro para a esfera de administradores do Sporting de Braga.

Estas são as segundas diligências em três meses na SAD do Sporting de Braga, uma vez que já em novembro passado o estádio foi alvo de buscas no âmbito da Operação Fora de Jogo. Na altura estavam em causa crimes de branqueamento de capitais e de fraude fiscal.

Sporting de Braga diz que denúncias que originaram buscas "não têm fundamento"

O Sporting de Braga considera que as denúncias anónimas que estiveram na base das buscas “não têm fundamento nem qualquer tipo de credibilidade”.

“O Sporting de Braga confirma que recebeu, nesta terça-feira, no Estádio Municipal de Braga, elementos da Polícia Judiciária, os quais solicitaram acesso a documentação no âmbito de uma denúncia anónima”, começa por referir num comunicado publicado no site oficial.

O clube liderado por António Salvador frisou que, “apesar de entender, de forma veemente, que estas denúncias não têm fundamento nem qualquer tipo de credibilidade, o Sporting de Braga prestou toda a informação requerida, conforme a postura altamente colaborante que sempre teve perante as autoridades”.

“O Sporting de Braga e os seus responsáveis estarão sempre disponíveis para ceder toda a documentação e informação necessária, cientes de que a mesma é perentória quanto ao detalhe de cada operação realizada”, acrescentou, notando a concluir que, “no âmbito destas diligências, nem clube, nem SAD, nem qualquer um dos seus responsáveis foram constituídos arguidos”.

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