FC Porto: Adelino Caldeira e Fernando Gomes também alvo de buscas

23 nov, 15:18
Fernando Gomes, administrador do FC Porto (FC Porto)
Fernando Gomes, administrador do FC Porto (FC Porto)

Mais dois administradores da SAD portista alvo da investigação do Ministério Público

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Adelino Caldeira e Fernando Gomes, administradores da SAD do FC Porto, também foram alvo de buscas na operação do Ministério Público e da Autoridade Tributária desta segunda-feira.

Segundo apurou a CNN Portugal, estes dois administradores são visados na investigação por alegados pagamentos indevidos de comissões nas transferências de jogadores. 

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Quanto a Caldeira, uma das questões sob investigação diz respeito ao seu irmão, José Caldeira, que faturou cerca de um milhão e 125 mil euros à SAD do Porto em 2016 e 2017, conforme foi noticiado pelo Observador no início deste ano. 

As 33 buscas desta segunda-feira, tanto à SAD portista como domiciliárias, tiveram como objetivo, segundo o Ministério Público investigar a suspeita da prática de crimes de “fraude fiscal, burla, abuso de confiança e branqueamento, relacionados com transferências de jogadores de futebol e com circuitos financeiros que envolvem os intermediários nesses negócios”.

Os empresários Alexandre Pinto da Costa e Pedro Pinho foram os principais visados, mas, conforme confirmou a CNN Portugal junto de fontes judiciais, Jorge Nuno Pinto da Costa também é considerado suspeito de ter recebido indevidamente dinheiro em negócios do futebol envolvendo o FC Porto, clube de que é presidente desde 1982.

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Até ao momento, ninguém foi constituído arguido.

A investigação abarca pagamentos de comissões superiores a 20 milhões de euros, relacionados com transferências de futebolistas.

Existem outras suspeitas sob investigação no DCIAP, no que diz respeito pelo menos a Alexandre Pinto da Costa e a Pedro Pinho, relacionadas com a comissões do negócio de 500 milhões de euros da venda dos direitos de transmissão televisivos do FC Porto, à Altice, em 2016. Foram pagos 20 milhões em comissão de consultadoria - e parte desse dinheiro, cerca de 2,5 milhões de euros, terá chegado à esfera pessoal de Alexandre através do empresário Pedro Pinho.

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