A aventura oceânica de Francisco Lufinha para promover as energias renováveis

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11 jan, 09:00
NATIVE EDP ATLANTIC
NATIVE EDP ATLANTIC

Atravessar um oceano por amor. Foi este o propósito que o atleta Francisco Lufinha abraçou com o projeto EDP Atlantic Mission: cruzar o Atlântico num kiteboat, usando apenas a força do vento e do mar, e a energia do sol.

Tudo por amor ao planeta

Com destino a um futuro mais sustentável, a EDP e o kitesurfista português uniram-se para dar mais visibilidade ao cuidado que devemos ter com os oceanos e à necessidade, cada vez maior, de optarmos por energias renováveis.

Afinal, se conseguimos atravessar um oceano com energia 100% verde, conseguimos tudo.

Sonhar de forma sustentável

Francisco Lufinha lançou-se aos ventos e às ondas a 3 de novembro de 2021, mas a missão começou quase dois anos antes.

Detentor de um recorde mundial do Guinness, o atleta sabia que a ideia era entusiasmante, mas também desafiante. Falamos de uma viagem transatlântica, feita da forma mais rápida possível, num kiteboat movido apenas a energias sustentáveis, e em que ele iria sozinho. Era um projeto que exigia toda a preparação possível.

Por isso, antes de avançar para a travessia de 6.700 km até às Caraíbas, era preciso planear, construir o barco, treinar e testar, testar, testar.

Que tipo de barco iria levar? Como poderia ser completamente sustentável? De que forma iria dormir a bordo? Como conseguiria controlar o kite? De que comunicações precisaria? Até que limites poderia levar o barco? Seria demasiado pesado? Viraria com ondas mais fortes? E estaria ele próprio apto a enfrentar os desafios e as condições extremas do Atlântico?

Dar mais amor ao planeta

Esta aventura foi batizada EDP Atlantic Mission. Fazendo parte do mote “Changing Tomorrow Now” (“Mudar, já hoje, o amanhã”), é um dos quatro projetos que materializam a ambição de sustentabilidade da EDP, que pretende tornar-se 100% verde já em 2030, produzindo energia apenas a partir da água, do sol e do vento.

E qual a melhor forma de o fazer do que provando que é possível atravessar um oceano sem a utilização de energias fósseis?

No entanto, quando se fala de sustentabilidade, não se deve abordar apenas uma questão. Tudo faz parte. Por isso, Francisco Lufinha pretendia também chamar a atenção para a preservação dos oceanos, especialmente no que toca à poluição com plástico. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), anualmente, são despejadas 11 milhões de toneladas de plástico no oceano, afetando seriamente o planeta.

Esta é uma realidade com a qual o atleta e apaixonado pela vida náutica está diariamente em contacto e que luta por mudar. “Sabiam que Portugal é 97% água”, pergunta Francisco Lufinha, relembrando: “e eu liguei-a toda com um kitesurf”.

Além disso, para esta viagem chegar a bom porto, foram desenvolvidas ferramentas que poderão ajudar o planeta no futuro. Por exemplo, a tecnologia utilizada no piloto automático do kiteboat permite aos barcos pouparem combustível e, em lugares remotos, poderá viabilizar a produção de energia após uma catástrofe.

O caminho para um mundo melhor não inclui apenas a transição energética. Deve ser feito com inovações e colocando a sustentabilidade em primeiro lugar.

Aventurar-se por um mundo mais verde

Em novembro de 2021, com a energia do Sol nos painéis solares, a força do vento na asa e o poder da água, Francisco Lufinha partiu de Cascais para a ilha de Martinica.

O recordista documentou, através das redes sociais, partes da sua viagem. Foram 47 dias desafiantes e únicos. Teve de lidar com a solidão, a chuva, o frio, as correntes e asas que caíam. Mas também teve a oportunidade de tomar o pequeno-almoço com vistas incríveis, aproveitar a tranquilidade no meio do oceano e, claro, sentir a energia da resiliência para vencer obstáculos e fazer mais por um mundo melhor.

E essa sensação foi certamente um dos combustíveis do atleta. Apesar dos dias menos bons, dos receios e das incertezas que surgiram durante os quase dois anos de treinos, não vacilou quanto à relevância de promover a necessidade de ter mais consciência ambiental.

Aliás, com esta nova trajetória, talvez consiga mais um recorde. Depois de bater o recorde mundial do Guinness para a maior viagem de kitesurf sem paragens, pode agora passar a ser o detentor do título para travessia mais rápida do Atlântico, a solo, num kiteboat. Esta é mais uma forma de dar visibilidade a todas as possibilidades que nos conferem as energias renováveis e também ao cuidado que devemos ter com os oceanos.

Da mesma forma, a EDP incentivou todos os portugueses a fazerem companhia ao atleta nesta aventura verde, inscrevendo o seu nome no barco. Para isso, só tinham de cumprir algumas missões sustentáveis, como apanhar plásticos numa praia, optar por fontes de energia limpas, escolher produtos com certificação ambiental e evitar embalagens de utilização única. E mais de 3.000 nomes embarcaram neste desafio.

Terra à vista!

Depois de uma paragem técnica nas Canárias, de enfrentar as correntes marítimas, de resistir à falta de vento, entre outros desafios, Francisco Lufinha avistou a ilha de Martinica a 21 de dezembro. O que fez assim que chegou? Celebrar com um mergulho nas águas do Caribe.

“A EDP Atlantic Mission foi de longe o desafio mais exigente física e psicologicamente que superei até hoje”, disse o atleta ao chegar ao destino. “Realizei mais um sonho, mais uma conquista extrema e não podia estar mais satisfeito e com o sentimento de missão cumprida.”

Uma missão que ajudou a EDP a provar aos portugueses que a força do vento, da água e do Sol são inesgotáveis, até para cumprir objetivos que podem parecer inalcançáveis. Tal como a força de vontade. Por isso, não há dúvida de que o caminho para um mundo mais sustentável é possível. Só temos de navegar todos juntos.

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