Treinador do Boavista não atira a toalha ao chão apesar da situação difícil na Liga
Lito Vidigal, treinador do Boavista, na conferência de imprensa que se seguiu ao desaire por 3-1 diante do Gil Vicente, para a 27.ª jornada da Liga:
(manutenção) «Continuo a acreditar. É muito mais difícil, mas vamos trabalhar até ao fim e acreditar que é possível».
(troca de Reisinho por Diaby) «(Pretendia) Acima de tudo, profundidade».
(o que faltou para fazer golos?) «Estamos a falar deste jogo, mas temos de fazer uma avaliação muito mais prolongada. O Boavista já está nesta posição há algum tempo. É claro que queríamos outro resultado e custa-nos mais, porque andamos a alimentar esta possibilidade. Era um jogo muito importante para nós. Uma vitória deixava-nos numa posição de disputa direta com o Gil Vicente e outros adversários que temos próximos. Queríamos entrar nessa corrida e esta derrota custa-nos um pouco, mas a mensagem que tem sido passada aos jogadores é a de que está mais difícil, mas aqui ninguém desiste. Vamos acreditar e ser sérios até ao fim».
(três golos sofridos em dez minutos são sinal de pressão?) «É possível, e não estamos a falar só deste jogo. Quando estamos há várias jornadas nesta posição, com uma vontade tremenda em sair dela, é normal que os jogadores tenham alguma ansiedade. Isso é ultrapassado com vitórias. Quando ganhamos, consolidamos o que estamos a fazer, os jogadores têm mais confiança, acreditam mais. É nesse sentido que temos de continuar a trabalhar. Essa ansiedade que possa ter acontecido, tolheu-nos um pouco. Depois, termos sofrido um golo numa bola parada, mexeu um pouco com os jogadores, até porque vínhamos tendo uma consistência defensiva muito boa nos últimos jogos».