Mundial 2026: Arménia-Portugal, 0-5 (destaques)

6 set 2025, 19:23

«Eterno» Ronaldo no regresso de João Félix às exibições inspiradas pela Seleção

Figura: Cristiano Ronaldo

Cristiano, sempre ele. Aos 40 anos, continua a encher estádios pelo mundo fora e a deixar a sua marca, com golos claro está. Só na Seleção são já 140, 38 deles em fases de qualificação para um Mundial, apenas menos um do que o atual recordista Carlos Ruiz, da Guatemala. Já se sabe que CR7 é obcecado por recordes e este está à mão de semear. Assinou um dos momentos altos do jogo, a abrir a segunda parte, quando apontou o 4-0 com um remate forte de fora da área. Até aos arménios gritaram “Siuuu”. Icónico!

Momento: golo português aos 21 minutos

Na véspera do jogo, tinha sido anunciada uma homenagem a Diogo Jota durante o minuto 21, o mesmo da camisola que o avançado vestia na Seleção. O que não se sabia ainda era que esse momento seria abrilhantado por um golo, e logo da autoria de Ronaldo, o capitão português. Se não foi a homenagem perfeita, não andou muito longe disso.

Outros destaques:

João Félix

Por onde andava este Félix? Rejuvenescido desde que se juntou a Ronaldo e Jorge Jesus no Al Nassr, o avançado, que vinha de um hat-trick na jornada inaugural da Liga saudita, assinou o primeiro bis pela Seleção nacional com dois golos incomuns: o primeiro de cabeça e o segundo numa finalização plena de classe na sequência de um lance algo confuso. Uma exibição que pede continuidade.

João Cancelo

De regresso à Seleção, o lateral-direito coroou uma exibição constante, quase sempre em modo ofensivo, com um golo e uma assistência. Após ter feito o 3-0, sentou-se no relvado e simulou estar a jogar consola, numa bela homenagem a Diogo Jota.

João Neves

Vindo de um hat-trick pelo PSG, que duas “bicicletas” abrilhantaram, o médio ficou perto de mais um golo acrobático na primeira parte, numa finalização complexa, mas que não passou assim tão longe da baliza da Arménia. No resto, foi tudo o que se esperava dele: rotação sempre alta, qualidade no toque de bola e solidariedade nos momentos defensivos. Uma máquina sempre afinada.

Bruno Fernandes

Acabou o jogo com a braçadeira de capitão e ficou perto de marcar num par de ocasiões. Fez quatro passes-chave, criou uma grande oportunidade e esteve no lance que acabou com a bola no poste da baliza da Arménia, quando tentou desviar, em esforço, um remate de João Neves. Só lhe faltou mesmo marcar.

Diogo Costa

Não está nesta lista pelo volume de intervenções a que foi sujeito, mas sim pela qualidade de todas elas, num jogo em que passou mais de uma hora sem nada com que se ocupar. Um grande guarda-redes vê-se nestes pormenores.

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