Mensagens inscritas nos muros do estádio Nilton Santos surgem após derrota com o Bahia
Depois de um ano de sonho, em que venceu o Brasileirão e a Libertadores sob o comando do português Artur Jorge, o Botafogo demora a entrar nos eixos, em 2025, e os adeptos começam a perder a paciência com a equipa agora orientada por Renato Paiva.
Na ressaca da derrota frente ao Bahia, a terceira no campeonato em apenas sete jornadas, nos muros do estádio Nilton Santos surgiram mensagens a exigir mudanças.
«O ano começa quando, Tio Sam? Queremos jogador! Time fraco» ou «Burrice jamais vista! Abre o olho, John!» são algumas das frases grafitadas, que têm o dono do clube, o norte-americano John Textor, como destinatário. Noutra das mensagens é possível ler-se «Fora Paiva, burro e medíocre».
Relativamente à época passada, o Botafogo viu sair não só o treinador, Artur Jorge, como também vários atletas importantes, como Thiago Almada (Lyon), Luiz Henrique (Zenit) ou Júnior Santos (Atlético Mineiro).
A reconstrução da equipa, que até investiu mais (64 milhões de euros) do que aquilo que recebeu em saídas de jogadores (42,3 milhões de euros), levará o seu tempo, uma ideia que Renato Paiva já partilhou, mas os adeptos do Glorioso não parecem dispostos a esperar muito.
O Botafogo é 12.º classificado no Brasileirão, já a oito pontos de distância dos líderes Palmeiras e Bragantino, e soma apenas uma vitória nas primeiras três jornadas do Grupo A da Libertadores.
Para além disso, falhou as conquistas da Recopa Sul-americana, ganha pelo Racing Clube (4-0 no agregado das duas mãos), e da Supertaça do Brasil, perdida para o Flamengo (3-1).