Figura incontornável da estrutura austríaca deixou o leme há três meses
A Red Bull anunciou nesta segunda-feira a saída de Christian Horner, quase três meses depois de ser dispensado das funções de chefe de equipa. A marca austríaca não revelou o valor da indemnização a pagar, mas a BBC adianta que o acordo ronda os 60 milhões de euros.
Christian Horner, de 51 anos, estava ao volante da Red Bull desde a criação da equipa, em 2005, conquistando oito Mundiais de pilotos e seis de construtores. O britânico tinha contrato até 2030 e auferia um salário de 12 milhões ao ano.
A 9 de julho, Horner foi demitido na sequência de uma acusação de assédio sexual, alegação tornada pública em fevereiro de 2024. A polémica também envolveu Adrian Newey, histórico engenheiro da Red Bull que também abandonou a estrutura austríaca, assinando pela Aston Martin.
Por sua vez, Jonathan Wheatley, antigo diretor desportivo, deixou a equipa austríaca em julho e tornou-se chefe da equipa Sauber, a futura Audi. No mesmo mês, Will Courtenay, chefe de estratégia, também na Red Bull desde 2005, renunciou ao cargo.
Depois do tetracampeonato de Max Verstappen – e do bicampeonato de construtores – 2025 tem sido complicado para a Red Bull, atual quarta colocada no campeonato de construtores e com Verstappen na terceira posição na classificação de pilotos, a 69 pontos do líder Oscar Piastri (McLaren).