Jonathan Wheatley encerrará ciclo de 16 anos no término desta época
Jonathan Wheatley deixará o cargo de diretor desportivo da Red Bull para se juntar à Audi, escuderia que se estreará na Fórmula 1 em 2026.
O britânico, de 57 anos, trabalha desde 2006 na Red Bull e participou em todos os grandes sucessos na Fórmula 1: os sete títulos mundiais de pilotos (quatro de Sebastian Vettel e três de Max Verstappen) e os seis títulos de fabricante.
«A sua contribuição, primeiro como gestor da equipa, e depois como diretor desportivo, marcará para sempre a história da nossa equipa», salientou, em comunicado, o líder da Red Bull, Christian Horner.
Jonathan Wheatley «permanecerá na sua posição até ao final da temporada», acrescentou a Red Bull, apontando como objetivo «defender os seus títulos de campeão mundial».
Depois, o britânico terá de respeitar a ausência de seis meses – conhecido como «período de nojo» – antes de ingressar na Audi, ou seja, no final de julho de 2025.
«Estou extremamente orgulhoso de ter feito parte da aventura da Red Bull Racing nos últimos 18 anos, mas a oportunidade de desempenhar um papel ativo na entrada da Audi na Fórmula, enquanto coordenador de uma equipa de fábrica, é excecionalmente emocionante», afirmou Jonathan Wheatley.
A Red Bull também perderá o projetista de monolugares Adrian Newey, considerado um dos melhores engenheiros da história da Fórmula 1.
Estes anúncios surgem uma semana depois de o italiano Mattia Binotto – ex-chefe de equipa da Ferrari – assumir as rédeas do projeto Audi, enquanto diretor técnico e de operações.
