Selecionador nacional de futsal recorda objetivo falhado
Tal como Roberto Martínez e Mário Narciso, selecionadores de futebol e futebol de praia masculino, respetivamente, também Jorge Braz, o selecionador de futsal, falou aos jornalistas na tomada de posse da nova direção da Federação Portuguesa de Futebol.
Questionado se falta alcançar algo à frente da seleção nacional (uma das mais tituladas do mundo), Braz apontou ao futuro.
«Temos de nos superar e querer algo mais. Foram anos fantásticos, mas lembro-me muito bem do objetivo de sermos os primeiros no ranking mundial. Estivemos muito perto, não conseguimos. Queremos sempre mais e sempre é possível mais. O que já está [feito] orgulha-nos, mas não conta para o futuro. Aí o que conta é a partir da agora. De certeza que iremos almejar a mais do que foi feito», afirmou.
Olhando para a entrada de Pedro Proença para a Federação Portuguesa de Futebol, juntamente com uma nova direção, Jorge Braz encara esta mudança como uma «oportunidade».
«Temos de qualificar cada vez mais as nossas bases. Qualificar os nosso meninos e meninas. Vem aí a qualificação para o Europeu sub-19 e o primeiro campeonato do mundo feminino. Este março vai ser cheio, estamos cá para diginificar o futsal português. Queremos preencher a cabine dos troféus», acrescentou.
Questionado pelo Maisfutebol quanto à sua permanência até ao final do mandato de Proença, em 2028, o selecionador não se comprometeu. «Prevejo estar até ao próximo Europeu, pois já lá estamos. Em 2028, cá estaremos para o que for necessário para dignificar o futsal», rematou. Braz tem contrato até 2026.