Estado penhora salário de €15.500 brutos de Vítor Baía: vice do FCP vai ficar com €1.995

15 fev, 13:02
Vítor Baía no jogo das lendas (FPF)

Em causa está uma dívida à Parvalorem

As partes tentaram um acordo mas sem sucesso. Resultado: o Estado avançou para a penhora do salário do ex-jogador e atual vice-presidente e administrador da SAD do FC Porto.

Mas o que está afinal em causa? A Parvalorem, a entidade que ficou com os ativos tóxicos do Banco Português de Negócios, reclama uma dívida de €5,4 milhões a uma empresa controlada por Vítor Baía, a Storehouse - Investimentos Imobiliários.

A história, contada pelo "Correio da Manhã", tem mais detalhes: a Parvalorem está a tentar há cerca de oito anos, mais precisamente desde 2014, que a dívida seja saldada. No verão de 2021 o contencioso agravou-se: deu entrada o processo de penhora e foi posteriormente tentado um acordo, sem sucesso, para o pagamento faseado do montante em dívida.

Ainda segundo o "Correio da Manhã", Vítor Baía propôs em setembro do ano passado pagar 200 mil euros em oito anos. Resposta da Parvalorem: recusado.

Sem acordo, eis a penhora: dos cerca de €15.500 brutos que Vítor Baía aufere, o ex-guarda-redes vai ficar com cerca de €1.995, valor que equivale a três salários mínimos. Trata-se do montante máximo previsto pela lei em casos de penhora.


 

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