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Acontece aos melhores, Martim: os melhores autogolos, de Inglaterra ao Brasil

10 abr, 19:46
Martim Fernandes (FERNANDO VELUDO/LUSA)

Defesa do FC Porto foi infeliz contra o Nottingham, constando num lote de jogadores que já calcularam muito mal um atraso

O autogolo de Martin Fernandes na receção do FC Porto ao Nottingham Forest (1-1), no arranque dos “quartos da Liga Europa, correu o Mundo. A credível e rigorosa BBC, por exemplo, colocou o momento de infelicidade do jovem portista entre os piores autogolos de sempre.

Ora a esse propósito, o Maisfutebol aproveitou para recuar nas décadas e compilar os autogolos mais impressionantes, numa lista que arranca sorrisos. Porque são momentos que acontecem aos melhores.

Em setembro de 1991, Lee Dixon, do Arsenal, também errou um atraso, acabando por fazer um chapéu a David Seaman, para festa do Coventry.

Já em 1998, o Man City não evitou a despromoção à terceira divisão, prejudicado por um autogolo de Jamie Pollock.

Neste século, em abril de 2001, em França, Franck Queudrue prejudicou o Lens com um autogolo a 30 metros da baliza, favorecendo o Bastia.

Um ano volvido, na Alemanha, o guarda-redes Tomislav Piplica protagonizou um momento insólito e consentiu o empate (3-3) entre Energie Cottbus e Borussia Mönchengladbach.

De regresso a Inglaterra, em 2004, Tony Popovic conseguiu o “melhor” autogolo. O defesa do Crystal Palace desviou de forma acrobática, soltando a festa no reduto do Portsmouth.

Em 2006, Chris Brass assinou um dos mais caricatos autogolos. Aconteceu na visita do Bury ao Darlington, na quarta divisão. Ainda assim, o Burry venceu por 3-2.

Continuando por Inglaterra, mas em outubro de 2014, Santiago Vergini terá confundido o sentido de jogo e disparou um belo remate na direção do próprio guarda-redes, do Sunderland. Aconteceu na visita ao Southampton a contar para a Premier League.

Entretanto, no verão de 2017, nos Estados Unidos, o guarda-redes Sammy Ndjock, dos Minnesota United, esqueceu-se de soltar o esférico, lançando a bola para a própria rede.

Por último, em junho de 2024, Alisson Cassiano, então no Sport Recife – que militava na segunda divisão do Brasil – calculou mal o atraso para o guarda-redes, num lance similar àquele protagonizado por Martim Fernandes.

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