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“Não votar é metermos a cabeça na areia, é perdemos por falta de comparência” - Marcelo apela ao voto

CNN Portugal , com Lusa, atualizado às 20:15
8 jun, 20:15

Numa muito curta mensagem, Marcelo destaca que já votaram antecipadamente mais de 225 mil portugueses

Tal como fez na véspera das eleições legislativas, o Presidente da República volta a passar uma mensagem de apelo ao voto naquele que é o dia que antecede a eleição para o Parlamento Europeu.

“Não votar é metermos a cabeça na areia, é perdemos por falta de comparência”, vinca o Presidente, que destaca a importância destas eleições devido aos tempos de guerra que se vive na Europa.

Numa muito curta mensagem, onde destaca que já votaram antecipadamente mais de 225 mil portugueses, Marcelo Rebelo de Sousa frisa que “agora, o que está em causa é uma guerra, os seus efeitos e a urgência de garantir, o mais rapidamente possível que seja ultrapassado o que vivemos”. 

“Agora, já não podemos fazer de conta de que não há guerra, de que nos é indiferente que dure pouco ou muito, ou o modo como acaba, que ela não nos toca a todos, nos preços, nos salários, no emprego, na incerteza sobre o nosso futuro”, frisa.

Marcelo Rebelo de Sousa, que fala do Castelo de Leiria, alerta ainda que “em vez de dizermos o que queremos, de darmos mais força aos nossos representantes na Europa, de darmos mais força à Europa no mundo”.

Ao destacar que, nestas eleições, é possível votar em mobilidade em qualquer mesa de voto de um Estado-Membro, Marcelo defende que “desta vez, ainda mais do que nunca”, importa “mostrar que o voto é uma arma, uma arma de liberdade, uma arma de democracia, uma arma de paz. A arma que não existia até 1974. Desperdiçá-la é desperdiçar uma oportunidade ainda mais única de construir o nosso futuro, usá-la, neste momento, nos 50 anos do 25 de abril e sobretudo num momento crítico para a Europa, para Portugal e para todos nós, é mais importante, é mais necessário, é mais urgente do que nunca”.

Esta tarde, em Leiria, o Presidente da República admitiu que o “salto” que se espera em relação ao futuro da Europa tenha protagonistas do passado recente, numa intervenção em que defendeu que em História não há ruturas totais.

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