Europeias: Sebastião Bugalho olha "com otimismo e esperança" para as sondagens

Agência Lusa , MJC
7 jun, 15:00
Sebastião Bugalho, da AD, em campanha no Porto (Lusa/ Tiago Petinga)

Sebastião Bugalho começou o último dia de campanha eleitoral com uma visita a uma residência universitária na baixa do Porto, onde esteve com vários estudantes e brindou "à habitação para os jovens e à reabilitação dos centros históricos"

O cabeça de lista da AD, Sebastião Bugalho, disse esta sexta-feira olhar para as sondagens "com otimismo e esperança", apesar de considerar que se dirigem mais a "exercícios de comentários" do que aos votantes.

"Obviamente que estamos atentos, mas estamos sobretudo concentrados em levar a nossa mensagem às pessoas, e acho que as sondagens são mais exercícios de comentários do que para aqueles que se querem submeter ao voto dos portugueses e estão concentrados em servir os portugueses", afirmou o cabeça de lista da Aliança Democrática às eleições europeias.

Questionado sobre os resultados da última sondagem da Universidade Católica para a RTP, Antena 1 e Público, em que o PS recupera e surge dois pontos à frente da AD, Sebastião Bugalho escusou-se a comentar e prometeu continuar "a trabalhar todos os dias para merecer a confiança e o voto dos portugueses". "Olho para as sondagens com otimismo e esperança, mas não vou parar de trabalhar pelos votos dos portugueses até ao dia das eleições", acrescentou o cabeça de lista da AD.

Sebastião Bugalho começou o último dia de campanha eleitoral com uma visita a uma residência universitária na baixa do Porto, onde esteve com vários estudantes e brindou "à habitação para os jovens e à reabilitação dos centros históricos". "A um futuro mais europeu e a um Porto mais jovem", observou Bugalho, depois de uma visita às instalações da residência Academia, que, sob a gestão da Federação Académica do Porto (FAP), abriu portas no início do ano letivo.

Aos jornalistas, o cabeça de lista da AD assegurou que no Parlamento Europeu pretende defender "a elevação do direito à habitação como direito universal na carta dos direitos fundamentais". "É com grande motivação que vamos para o Parlamento Europeu defender a elevação do direito à habitação como direito universal na carta dos direitos fundamentais para ajudar mais residências estudantis como esta", acrescentou.

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