"Trágica realidade". Parlamento homenageia vítimas da estrada com voto de pesar

Agência Lusa , WL
25 nov, 15:09
Condutores em autoestrada (Foto: IAM Roadsmart)

Todos os deputados votaram favoravelmente o projeto de voto de pesar apresentado por Augusto Santos Silva

O parlamento homenageou esta sexta-feira as vítimas da estrada com um voto de pesar, aprovado por unanimidade, no qual se solidarizou com famílias e amigos e reconheceu o contributo de todos os profissionais que lidam com esta “trágica realidade”.

O projeto de voto de pesar “pelas Vítimas da Estrada, por ocasião do Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada” foi apresentado pelo presidente da Assembleia da República e votado favoravelmente por todos os deputados presentes na sessão plenária.

A Assembleia da República prestou assim “a sua homenagem às vítimas da estrada, manifesta o seu profundo pesar e solidariedade às respetivas famílias e amigos e reconhece o contributo das forças de segurança, das equipas de emergência e dos restantes profissionais de saúde que diariamente são chamados a lidar com esta trágica realidade”.

O parlamento sublinhou ainda “o papel relevante da sociedade civil na sensibilização para a prevenção de acidentes e no apoio aos sinistrados e seus familiares”.

Segundo o texto aprovado, o Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada, que este ano se celebrou em 20 de novembro, “foi adotado em 26 de outubro de 2005 pela Organização das Nações Unidas, com o objetivo de homenagear as vidas perdidas nas estradas”, mas em Portugal tem vindo a ser celebrado desde 2001.

“Em Portugal, os números da sinistralidade continuam a ser preocupantes, não obstante a tendência decrescente de quase todos os principais indicadores, face a 2019, ano de referência para monitorização da meta fixada pela Comissão Europeia e por Portugal de redução do número de mortos para 2030”, refere o mesmo texto.

Para o parlamento, “este flagelo não é uma fatalidade, devendo, por isso, convocar a energia de todos - os poderes públicos, mas também cada um de nós – para combater, com firmeza, as suas causas”.

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