Kim Kardashian acusada de causar danos permanentes no vestido de Marilyn Monroe

14 jun, 21:00
Kim Kardashian

Perdeu sete quilos, vestiu-se de luvas e até tinha uma réplica para trocar. Não foi suficiente.

Um colecionador de memorabilia de Marilyn Monroe garante que Kim Kardashian estragou o icónica peça com que a atriz norte-americana cantou os "parabéns" a John Kennedy.

As fotografias foram publicadas pela própria Kim Kardashian horas antes da gala do Met, em Nova Iorque: estava de luvas no momento em que envergava o vestido que um dia pertenceu a Marilyn Monroe. A pessoa que a ajudou a vestir o histórico modelo, repleto de pequenos cristais, também.

No rescaldo da festa também se ficou a saber que a celebridade não tinha podido mexer num fio de tecido para não adulterar o original. Ainda assim, o vestido pode estar irremediavalemente danificado.

Um colecionador chamado a autenticar peças e memorabilia que um dia pertenceu à atriz norte-americana garante na sua conta de Instagram que o vestido apresenta marcas que não estavam lá antes de 3 de maio, dia em que Kim Kardashian subiu a escadaria do Met.

As fotografias do colecionador Scott Fortner parecem mostrar que o vestido estava esgaçado e que alguns cristais tinham desaparecido. 

 

O post vem com uma crítica para os detentores da peça, os especialistas em atrações turísticas Ripley Believe it or Not. “Lá se foi a ‘integridade do vestido e a preservação’”. E ficou também uma pergunta: “Valeu a pena?” 

Lembre-se, como faz o colecionador, que a Ripley Believe it or Not tinha garantido que o vestido tinha sido "manuseado com grande cuidado para preservar esta peça da história da cultura pop”. 

O comunicado da empresa de eventos e museus acrescentava ainda que todo o processo tinha sido levado a cabo com o contributo de conservadores e arquivistas, o estado do vestido era prioridade máxima. “Nenhuma alteração seria feita no vestido e Kim até mudou para uma réplica após a passadeira vermelha!”, garantiam. 

Kim Kardashian afiançou ter feito uma rigorosa dieta de vegetais, horas na passadeira e ter usado fato de sauna para perder os sete quilos necessários para caber no vestido. Tudo porque um mês antes da gala, durante uma prova, descobriu que não entrava na indumentária. A façanha valeu-lhe as críticas dos profissionais de saúde. 

Depois vieram as críticas dos especialistas em museus por usar uma peça histórica. “Os vestidos históricos não devem ser usados. O vestido pertence a uma coleção privada, mas deve ser entendido como pertença da humanidade, deve ser preservado para futuras gerações”.

O vestido usado por Marilyn Monroe para cantar os parabéns ao presidente dos Estados Unidos da América não tinha voltado a ser vestido por ninguém após a morte da atriz. Foi adquirido pela Ripley Believe it or Not em leilão por 4,8 milhões de dólares em 2016, um valor à altura da peça icónica que é.

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