Novo surto de covid-19 em prisões: EP de Coimbra com 24 reclusos infetados

Agência Lusa , CM
30 nov 2021, 11:48
Prisão
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No total há 68 casos positivos no país, segundo a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais

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Há um novo surto de covid-19 nas prisões portuguesas. O Estabelecimento Prisional de Coimbra tem 24 reclusos infetados, segundo a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP), que aponta um total de 68 casos positivos no país.

Os serviços prisionais divulgaram, nesta terça-feira, a situação sobre a covid-19 que se vive nas prisões portuguesas, informando que há, neste momento, “surtos de covid-19 em dois estabelecimentos prisionais”: além dos 31 casos identificados no Estabelecimento Prisional de Alcoentre, foi detetado na noite de segunda-feira um outro surto em Coimbra.

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No Estabelecimento Prisional de Coimbra há 24 casos de reclusos positivos, que estão “isolados em espaços celulares” previstos no plano de contingência, “estando sob acompanhamento clínico permanente”, explica a DGRSP em comunicado.

Os casos foram detetados depois de dois reclusos terem apresentado, ainda na segunda-feira, sintomas compatíveis com a covid-19, que levaram à testagem de todos.

A DGRSP sublinha que estes casos são residuais, uma vez que há menos de 100 infetados num universo de cerca de 20 mil trabalhadores, reclusos e jovens internados em Centros Educativos.

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Entre os 11.455 reclusos há 68 com testes positivos: além dos 55 casos registados em Coimbra e Alcoentre, existem outros 13 reclusos de outros estabelecimentos prisionais de todo o país.

Já entre os trabalhadores da DGRSP existem neste momento 21 casos ativos.

Nos estabelecimentos prisionais de Coimbra e Alcoentre estão temporariamente suspensas as atividades de formação escolar e profissional e de trabalho, bem como as visitas, com exceção das dos advogados.

A DGRSP salienta que não se registou até ao momento qualquer óbito entre internados e trabalhadores, num ambiente em que a taxa de cobertura vacinal dos trabalhadores é 87,96%, a dos reclusos é de 92,42% e a dos jovens internados em Centros Educativos é de 88,42%.

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