Enfermeira reformada salva vida de bebé que parou de respirar durante voo

CNN , CNN, Marnie Hunter
17 set, 18:00
Um voo da Spirit Airlines descola no Aeroporto Internacional de Orlando em novembro de 2020 (Ricardo Ramirez Buxeda/Orlando Sentinel/Tribune News Service/Getty Images)

Uma enfermeira reformada salvou a vida de um bebé que tinha parado de respirar num voo da Spirit Airlines, de Pittsburgh para Orlando, nos Estados Unidos.

Tamara Panzino contou à WESH, filial da CNN, que estava a ler um livro com os seus auriculares colocados quando “ouviu uma assistente de bordo dizer: 'temos aqui uma criança sem respirar’”.

Um anúncio feito pouco depois de terem perguntado se havia um médico a bordo. A enfermeira reformada correu para a parte de trás do avião para ver se conseguia ajudar.

“Não sabia com o que ia lidar”, disse Panzino à WESH. “Vi uma criança. A cabeça estava caída para trás. E os lábios azuis... E o meu coração simplesmente parou.”

Panzino fez algumas perguntas e pôs as mãos à obra, entregando o bebé de três meses ao pai.

“Ele segurou-o enquanto eu fazia uma massagem cardíaca, uma espécie de abanão agressivo no peito. Para fazer com que o bebé reaja, beliscando-o. Tentando fazê-lo chorar ou respirar fundo”, explicou Panzino à WESH.

A cor do bebé voltou e Panzino não precisou de fazer reanimação cardiorrespiratória.

“Estendemos a nossa mais profunda gratidão a Tamara por ter vindo em auxílio [dos] nossos passageiros, e aplaudimos a nossa tripulação pela sua resposta rápida”, disse a companhia aérea numa declaração dada à CNN Travel.

“Os nossos assistentes de bordo são treinados para responder a emergências médicas a bordo e utilizar vários recursos, incluindo a comunicação com os nossos profissionais médicos de serviço em terra, utilizando kits médicos a bordo, e recebendo assistência de profissionais médicos credenciados que estejam a bordo”, afirmou a Spirit Airlines na declaração.

Panzino disse que a companhia aérea tinha tudo o que precisava para responder a esta situação a bordo.

E, dentro de poucos minutos, perceberam que “o mais difícil tinha já passado”.

“O bebé ia ficar bem. A cor regressou. Ouvi sons respiratórios. Ouvi um batimento cardíaco. Oh, meu Deus, alívio total.”

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